sexta-feira, 4 de maio de 2012

Alô Galera da Alegria.... toda sexta-feira tem programa SEXTA MÁXIMA, a partir das 20:00h, acesse, ouça e retransmita. 2 horas de muito dance music. Você é nosso convidado. Produção e mixagens ao vivo DJ's Léo e Márcio Xodozão, Transmissão Studio B Áudio e Design, Apresentação Rogério Britto, a alegria do rádio. Não perca, e mais está no ar WEB RÁDIO STUDIO B 24h tocando todos os rítimos para você!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ALÔ GALERA DA ALEGRIA !!!!!!!!!!!!!!!!

Pois é Pessoal, esta é a frase com a qual eu começo minhas apresentações e ela surgiu por que uma ouvinte um vez me disse que a minha comunicação era de alegrar a galera, eu sempre fazia alguém sorrir do outro lado do rádio, por esse motivo nasceu a expressão "ALÔ GALERA DA ALEGRIA", assim toda vez que eu começo uma apresentação faço que as pessoas se sintam alegres, felizes, contentes, em fim de bem com a vida e claro preparados pra ouvirem o programa.
Então, gostaram da história?
Participem, dêem sua opinião, quero saber de você o que achou da história.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apresentação

Seja muito bem vindo ao meu, ao nosso blog!

Aqui você poderá conhecer um pouco mais a respeito da minha atividade profissional, como e por onde caminhei nesse tempo todo nesta atividade, trocar idéias e compartilhar experiências com o locutor que é a alegria do rádio...Eu mesmo, Rogério Britto.

Meu Caso de Amor com o Rádio.

O meu caso de amor com o rádio começou em 1987, mas precisamente no dia 23 de dezembro, isso mesmo, era ante véspera de natal, aos 14 anos de idade.
Quando ainda criança minha avó materna morava na casa dos meus pais e era comum ouvir um rádio que ela tinha, a tão conhecida vitrola portátil, ela gostava de ouvir, até onde eu lembro, dois programas da rádio Liberal AM, “O Bondinho da Saudade” aos sábados de manhã e “Ave Maria” diariamente às 18 horas, ambos apresentados pelo saudoso Professor Clodomir Colino, voz grave, dicção perfeita, comunicação impecável, daí em diante nasceu o fascínio pelo rádio. Era interessante ouvir as histórias contadas pelos locutores e transformar em imagens e se surpreender interagindo com alguém que estava em um estúdio brincando com a imaginação dos ouvintes.
Lembro que lá pelos 9 ou 10 anos de idade, brincava de apresentar telejornais, lia os jornais em voz alta e olhava para o nada imaginando ser uma câmara de vídeo, sempre terminava a leitura dizendo ‘boa noite’, frase que os tele jornalistas se despedem até hoje, era a coisa da comunicação no inconsciente.
Voltando para 1987, com a chegada da puberdade, a voz foi mudando, ganhando um tom mais grave e um volume mais alto, brincava de gravar em rádio-gravador da época, alguns textos sem importância, foi quando fui surpreendido por um amigo, Cid Figura, que era técnico do time de futebol o qual eu jogava e também apresentava um programa de esportes em uma rádio publicitária de poste, conhecida como “Boca-de-Ferro” ou “Rádio Cipó”, aquelas caixinhas e projetores sonoros pendurados nos postes dos bairros, ele vendo aquela brincadeira me perguntou se não queria fazer um teste na rádio que ele trabalhava, confesso que fiquei receoso, por que não levava essa atividade à sério, mesmo assim aceitei e ele foi conversar com o proprietário e diretor da ‘Valdesom’, Aluísio Ruy-Sêcco, conhecido como A Voz de Ouro do bairro, e de pronto permitiu que eu fizesse o tal teste, marcamos para o dia seguinte, no horário do programa que ele apresentava “O Arquivo Especial”, como marcado compareci e conversei com o Aluísio, que fez uma análise antes de enfrentar pela primeira vez um microfone, no final do programa ele me entrevistou, agora imagine que o estúdio era no pátio de um prédio em plena feira e o que separava o estúdio da rua era apenas uma grade de ferro, ou seja todos que passavam por lá viam as pessoas dentro do estúdio, quando me dei por conta era a hora da verdade, tremia de nervoso, sendo observado pelo diretor e pelas pessoas na rua e para completar tomava choque do microfone, mas consegui me concentrar e responder as perguntar da entrevista, na verdade foi mais uma avaliação do entrevistador, no final deu tudo certo, fui aprovado e os ouvintes gostaram da minha primeira performance como locutor, ali nascera um locutor, que hoje é apaixonado pela profissão.
Fui contratado pela empresa e estreei como locutor comercial, entenda-se, lia apenas os textos comerciais, enquanto o programa era apresentado por outro locutor, chamado de ‘âncora’, com o passar do tempo fui aprendendo a anunciar e “desanunciar” – termo usado apenas no rádio - as músicas, dar a hora certa, até que ganhei um horário sozinho, as sextas, sábados e domingos de 18 as 22 horas, estilos diferentes para cada dia, popular, dance e romântico, respectivamente, mas o nome continuava o mesmo “Super Produções”, porém, posso dizer que pra chegar até a ancorar o primeiro programa, levou um tempo de mais ou menos uns sete meses, nesse intervalo, procurei estudar mais sobre a profissão, lia bastante jornais, revistas, textos comerciais e principalmente, o fator primordial: ouvir bastante rádio, não para copiar, mas para seguir uma linha de comunicação que mais se adequasse ao meu estilo. Também nesse meio tempo, fui conhecer os estúdios de rádios comerciais, que naquela época eram somente 5 emissoras em FM: Cultura, Rauland, Liberal, Carajás (agora 99) e Cidade Morena (agora Jovem Pan Belém), as que davam mais acesso eram apenas Carajás e Liberal onde ficava aos sábados de 9 da manhã até a noite, vendo de perto os locutores passando de horário, como se diz na gíria do rádio. Ganhei até o apelido de “Magneto” que significava quando alguém ficava o dia todo dentro do estúdio vendo os locutores trabalhar. Mas na verdade o interesse era de aprender com os mais antigos e ficar ainda mais fascinado com os equipamentos e com o poder que o rádio causava e ainda causa nas pessoas.
Desse tempo em diante fui ganhando experiência e credibilidade, tanto do patrão como do público, trabalhei em outra rádio publicidade, no mesmo tempo da primeira, uma de manhã e a outra à tarde, ainda fiquei na primeira por sete anos seguidos, voltando anos depois pra dirigir a programação, mas essa história fica pra depois.
Como não havia espaço nas emissoras da Capital, fui tentar a sorte no interior, em Breves tive uma rápida passagem pela rádio Marajó AM, foi minha primeira experiência em rádio comercial, ou seja, ter a noção do grande público, até por que na época, era a única rádio do lugar, mas como a vida longe era difícil tive que voltar pra casa, por motivos óbvios.
Bem mais tarde estive em Soure, também no Marajó, na rádio Guarany AM, fazendo parte de uma equipe de esportes, trabalhando como repórter ponta de gol, setorista, plantonista e depois como comentarista, ficando por lá apenas por uma temporada.
De volta a Capital, fui para a rádio Sintonia FM, onde fui convidado para ser Diretor de Programação e Comunicador, deu trabalho, mas valeu a pena, foram 3 anos de muita luta. No final desse período, fui contratado pela Rádio Belém FM, também para dirigir a programação, ali posso dizer consagrei minha carreira de executivo de rádio, consegui índices de audiência que nos levaram a posição de quarta rádio mais ouvida na Capital, desbancando muitas emissoras ditas “grandes”, fiquei por lá também por três anos consecutivos.
Em 2006, estreei um programa noturno as sextas e sábados, chamado: “Balada Pai D’égua”, na Rádio Marajoara FM, uma das emissoras comerciais de Belém, foi uma explosão de audiência, pena que durou pouco – digamos que acabou a grana, acabou o amor.
Agora de volta a Rádio Belém FM, apresento diariamente o programa Boa Noite Belém de 8 as 10 da noite, é mais uma experiência para o meu currículo.
É claro que nesse ínterim, fui adquirindo outras experiências, como por exemplo: locução comercial, animação de palco, apresentação de cerimoniais e outras atividades do ramo.
Bem é isso, estamos indo para a casa dos 22 anos de carreira, com erros e acertos, com altos e baixos como todas as profissões, mas saibam que é sempre um prazer imenso quando abro o canal do microfone e tenho o privilégio de poder fazer aquilo que faziam os locutores que eu escutava no rádio vitrola da minha saudosa avó e poder mexer com a imaginação dos ouvintes e interagir com todos, mesmo que não conheçam meu rosto só o uso da voz já satisfaz a vontade de ajudar as pessoas por meio da comunicação.

O que é Locução

Locução é o processo de narrar ou ler em voz alta um texto que acompanha um produto de comunicação audiovisual ou de rádio.

Quando estão à frente de um programa de conteúdo jornalístico ou documental em rádio ou televisão, os locutores também podem ser confundidos com os âncoras — embora estas duas funções sejam distintas.

Além do Jornalismo, locutores costumam ser empregados ainda em peças publicitárias, chamadas promocionais, institucionais, carros de som, em mensagens de espera telefônica e atendimento eletrônico. Podem também ser comentaristas de rádio e televisão, em diversas transmissões ao vivo (esportes, espetáculos, carnaval e etc).

Segundo o Cadastro Brasileiro de Ocupações organizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, esta é a descrição sumária da atividade dos locutores profissionais:

"Apresentam programas de rádio e televisão, ancorando programas, nos quais interpretam o conteúdo da apresentação, noticiam fatos, lêem textos no ar, redigem a notícia, narram eventos esportivos e culturais, tecem comentários sobre os mesmos e fazem a locução de anúncios publicitários; entrevistam pessoas; anunciam programação; preparam conteúdo para apresentação, pautando o texto, checando as informações, adaptando-se aos padrões da emissora e do público–alvo; atuam em rádio, televisão e eventos, bem como em mídias alternativas como cinema e internet."

Locução para rádio

Em rádio, a locução é um elemento essencial e imprescindível, por transmitir as informações verbais (que são maioria na programação de notícias) e, desta forma, determinar a forma geral do conteúdo radiofônico.

Até os anos 1970, era comum os locutores de rádio usarem a empostação de voz como técnica (preferindo tons graves a agudos, um ritmo de leitura lento e marcado por pausas longas e dicção acentuada em determinados fonemas, como R trilado). A partir dessa década, no entanto, uma nova estética de locução predominou, privilegiando um estilo mais "íntimo" e próximo da conversação informal, e tons de voz mais próximos do natural.

Atualmente a locução em rádio segue os diversos estilos e formatos radiofônicos, onde cada formato tem suas próprias variações de ritmo, modulação vocal e interpretação.

Locução radiofônica nos anos 1950

Locução para televisão

Muitos dos profissionais que passaram a trabalhar com locução para TV, nas primeiras décadas desta mídia, iniciaram suas carreiras originalmente no rádio. A lembrar que mesmo deixando a empostação de lado, o locutor tem que ter mente que não esta falando para a pessoa ao lado e por isso deve cuidar mais da dicçao, pausas e continuiadade da frase para que o ouvinte possa organizar logicamente a informaçao.

Locução para telefonia

As locuções para espera telefônica e atendimento eletrônico, emitidas por URAs, são um recurso amplamente utilizado pelas organizações, para a comunicação com clientes e fornecedores.

Narração esportiva

Uma das funções mais representativas da locução em mídia é a narração esportiva, principalmente em jogos coletivos como futebol, vôlei e basquete, bem como corrida de cavalos. No Brasil, Galvão Bueno é um profissional conhecido desta área.A narração na TV é mais lenta , pois o telespectador está vendo o jogo.No rádio,geralmente o ouvinte não está vendo o jogo,a narração é rápida,com mais emoção.O rádio deve ser mais respeitado.Nessa área , Pedro Ernesto Denardin , José Silvério , José Carlos Araújo , Willy Gonser e Oscar Ulisses são destaques.

Fonte: wikipedia
Justificar

Eu e o Rádio

Todos sem exceção que trabalham ou já tiveram o privilégio de fazer rádio, sabem que o amor pelo rádio é regra na profissão .

Grande parte dos profissionais de rádio, aprenderam seu ofício na prática do dia a dia . Adquirindo conhecimentos, experiências, técnicas, que são passadas pelos mais experientes, os mais antigos na profissão.

O rádio é um meio de comunicação puramente auditivo. É o que chamamos de meio cego. No entanto o rádio possui o poder de incitar a imaginação, de tal forma que, logo que o ouvinte ouve a voz do locutor, forma em sua mente a imagem de quem está falando.

Na TV, as imagens que vemos estão confinadas nas polegadas de sua tela. No rádio, as imagens que são criadas pela imaginação do ouvinte, não tem limites. Suas dimensões, cores, sabores, aparências, dependem da imaginação de cada ouvinte, e do poder interpretativo do locutor.

A grande diferença entre as imagens criadas pelo rádio, e as imagens exibidas na TV, é que o telespectador assiste as imagens que saem da televisão. No rádio as imagens brotam de dentro do ouvinte. No caso de um headphone, as cenas acontecem literalmente dentro da cabeça do ouvinte.

A minha vida como locutor apresentador de programas de rádio começou em ....

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